Como montar um time de SDR do zero
Passo a passo para montar um time de SDR: quando começar, estrutura, perfil, contratação, onboarding, metas, remuneração, rotina, ferramentas e métricas.

Resumo rápido
- Um time de SDR faz a pré-venda: prospecta, qualifica e entrega reuniões qualificadas aos vendedores.
- Antes de contratar, valide o processo: ICP, mensagens, cadência e critérios de qualificação precisam ter mostrado resultado.
- Contrate por competências como curiosidade, resiliência, comunicação e organização, testando com roleplay e exercício de pesquisa.
- Onboarding estruturado, metas progressivas no ramp-up e rituais de treino definem a velocidade do time.
- A meta principal deve ser reuniões qualificadas realizadas, não volume de atividades ou reuniões agendadas.
Neste artigo
- O que faz um time de SDR
- Quando faz sentido criar o time
- Antes de contratar: a base do processo
- Estrutura e tamanho do time
- Papéis
- Quantos SDRs por vendedor
- Perfil e contratação
- Competências que importam
- Processo seletivo
- Onboarding e ramp-up
- Metas
- Atividade e resultado
- Como definir o número
- Remuneração
- Rotina e rituais
- Como dar feedback a SDRs
- Sinais de alerta no time
- Os primeiros 90 dias de quem lidera o time
- Ferramentas
- Métricas do time
- Reconhecimento
- Plano de carreira
- Time interno ou terceirizado
- Erros comuns
- Checklist para montar o time
- Conclusão
Um time de SDR é a equipe de pré-vendas que prospecta contas, qualifica os interessados e entrega reuniões qualificadas aos vendedores. Com ele, quem fecha negócios para de gastar tempo procurando clientes, e a geração de oportunidades passa a ser um processo com volume e qualidade acompanhados de perto.
Montar esse time do zero exige mais do que contratar pessoas para ligar. É preciso ter um processo validado, definir estrutura e papéis, contratar pelas competências certas, treinar com método, criar metas e remuneração que incentivem qualidade, organizar a rotina e medir os resultados. Este guia percorre cada etapa.
O que faz um time de SDR
O SDR (Sales Development Representative) é o profissional de pré-vendas. O trabalho dele termina quando uma oportunidade qualificada chega ao vendedor, o closer. No dia a dia, isso inclui:
- Pesquisar contas e pessoas dentro do perfil de cliente ideal.
- Abordar com cadências multicanal: telefone, e-mail, LinkedIn.
- Atender leads de inbound, quando essa função não está separada.
- Qualificar os interessados com critérios definidos.
- Agendar reuniões e fazer a passagem de contexto para o vendedor.
- Registrar tudo no CRM.
Muitas empresas dividem a função entre BDR (outbound) e LDR (inbound). Veja as diferenças em o que é SDR, BDR, LDR e closer.
Quando faz sentido criar o time
Alguns sinais de que é hora:
- Os vendedores gastam boa parte do tempo prospectando e pouco tempo negociando.
- A demanda que chega sozinha não é suficiente para as metas de crescimento.
- Existe um processo de prospecção que já funcionou, mesmo que em pequena escala, feito pelo fundador ou por um vendedor.
- O ticket e a margem justificam o custo de uma etapa dedicada de pré-venda.
E um sinal de que ainda não é hora: ninguém na empresa sabe dizer qual perfil de cliente responde, qual mensagem funciona e quantas abordagens são necessárias para gerar uma reunião. Nesse caso, contratar SDRs significa pedir que pessoas iniciantes descubram sozinhas o que a empresa ainda não sabe.
Antes de contratar: a base do processo
O que precisa existir antes do primeiro SDR
- ICP e personas escritos, com critérios verificáveis
- Fontes de lista definidas e um processo para montar a lista
- Mensagens e cadência que já geraram reuniões
- Critérios de qualificação acordados com os vendedores
- Modelo de passagem de contexto para o vendedor
- CRM configurado com etapas e campos de qualificação
- Métricas e metas iniciais definidas
- Uma primeira versão do playbook
O playbook reúne tudo isso em um documento: ICP, personas, cadências, mensagens, respostas a objeções, critérios de qualificação, regras de passagem e métricas. Ele é a principal ferramenta de treinamento do time.
Para montar a base, use os guias de ICP, cadência e qualificação.
Estrutura e tamanho do time
Papéis
Para começar, a estrutura costuma ser simples: um ou dois SDRs, reportando a quem lidera vendas. À medida que o time cresce, surgem papéis como:
- SDR / BDR / LDR: execução da prospecção e qualificação.
- SDR sênior ou especialista: contas prioritárias, apoio no treinamento dos novos.
- Coordenador ou gerente de pré-vendas: gestão do time, processo, metas, treinamento e alinhamento com vendas e marketing.
Quantos SDRs por vendedor
Não existe proporção universal. Ela depende do ciclo de venda, do ticket e das taxas do seu funil. Uma forma prática de calcular:
- Capacidade do vendedor: quantas reuniões qualificadas cada vendedor consegue atender bem por mês, sem prejudicar as negociações em andamento?
- Produção do SDR: quantas reuniões qualificadas um SDR consegue gerar por mês, considerando contas abordadas e taxas de conversão?
- Proporção: divida a capacidade total dos vendedores pela produção de um SDR.
A calculadora de meta reversa ajuda a estimar o volume de atividade necessário para cada reunião, e a calculadora de capacidade do SDR mostra quantas reuniões cada SDR consegue gerar com as horas que tem. Para saber se o investimento no time se paga, use a calculadora de ROI do time de SDR. Para chegar direto ao número de SDRs a partir da meta, considerando ramp-up e ausências, use a calculadora de quantos SDRs contratar.
Perfil e contratação
Competências que importam
Experiência em vendas ajuda, mas não é obrigatória para a função. As competências que mais fazem diferença:
| Competência | Por que importa |
|---|---|
| Curiosidade | Pesquisar contas e fazer boas perguntas |
| Resiliência | Lidar com rejeição diária sem perder a energia |
| Comunicação | Escrever bem e falar com clareza ao telefone |
| Organização | Seguir cadências, registrar tudo, cumprir prazos |
| Capacidade de aprender | Absorver produto, mercado e feedback rapidamente |
| Escuta | Entender o cliente antes de responder |
Processo seletivo
Um processo que testa a função na prática revela mais do que entrevistas tradicionais:
- Triagem: currículo e uma pergunta escrita curta, que já mostra a qualidade da escrita.
- Exercício de pesquisa: o candidato recebe uma empresa real e prepara, em pouco tempo, um resumo da conta e uma primeira mensagem.
- Roleplay de ligação: simulação de cold call com objeções. Observe a abertura, as perguntas e a reação ao “não”.
- Feedback ao vivo: depois do roleplay, dê um feedback e peça uma segunda tentativa. A melhora mostra capacidade de aprender.
- Entrevista de valores e motivação: por que pré-vendas, o que espera da carreira, como lida com metas.
- Conte uma situação em que você ouviu muitos “nãos” seguidos. O que fez?
- Como você se organiza quando tem muitas tarefas parecidas para fazer no dia?
- Escolha um produto que você usa e me convença, em um minuto, a conversar sobre ele.
- O que você pesquisaria antes de ligar para o diretor de uma empresa que não conhece?
- Qual feedback recente mudou a forma como você trabalha?
- Onde você quer estar profissionalmente daqui a dois anos?
Onboarding e ramp-up
O ramp-up é o período em que o novo SDR aprende e aumenta gradualmente a produtividade. Um plano estruturado encurta esse tempo:
| Período | Foco | Entregas esperadas |
|---|---|---|
| Primeira semana | Produto, mercado, ICP, personas, ferramentas | Explicar o problema que a empresa resolve e para quem |
| Segunda semana | Playbook, mensagens, cadências, roleplay intenso | Passar nos roleplays de abertura e objeções |
| Primeiro mês | Prospecção com acompanhamento, revisão diária | Primeiras conversas e reuniões |
| Segundo mês | Autonomia crescente, metas parciais | Meta progressiva atingida |
| Terceiro mês | Rotina completa | Meta cheia ou próxima dela |
Durante o onboarding, ouvir ligações de colegas experientes, acompanhar reuniões de vendedores e ler conversas reais de clientes acelera muito o aprendizado.
Metas
Atividade e resultado
As metas de um SDR costumam combinar dois tipos de indicador:
- Atividade: contas abordadas, ligações, e-mails, toques de cadência concluídos. Mostram esforço e ajudam no diagnóstico.
- Resultado: reuniões qualificadas realizadas e oportunidades aceitas pelo vendedor. Mostram o que importa para o negócio.
A meta principal deve ser de resultado com qualidade: reuniões que aconteceram e que o vendedor aceitou como oportunidade. Metas apenas de atividade incentivam volume sem qualidade. Metas de reuniões apenas agendadas incentivam agendamentos fracos e no-show.
Como definir o número
- Parta da meta de vendas da empresa.
- Use as taxas do funil para calcular quantas reuniões qualificadas são necessárias.
- Divida pelo número de SDRs, considerando a capacidade real de cada um.
- Aplique metas progressivas para quem está em ramp-up.
Veja como medir cada etapa em métricas de prospecção.
Remuneração
O modelo mais comum combina salário fixo e remuneração variável. Alguns princípios:
- Variável ligada a qualidade: reuniões qualificadas realizadas ou oportunidades aceitas pelo vendedor, não reuniões apenas agendadas.
- Regras simples: o SDR precisa entender, sem planilha complexa, quanto vai ganhar se atingir a meta.
- Aceleradores com cuidado: pagar mais acima da meta motiva, mas os critérios de qualidade devem continuar valendo.
Para simular gatilho, acelerador e teto antes de fechar a política, use a calculadora de remuneração variável de SDR.
- Ramp-up protegido: nos primeiros meses, uma garantia parcial do variável evita que o novo SDR seja penalizado pelo período de aprendizado.
- Revisão periódica: ajuste o modelo se ele estiver incentivando comportamentos indesejados.
Regras de remuneração variável têm implicações trabalhistas. Valide o modelo com um especialista antes de implantar.
Rotina e rituais
| Ritual | Frequência | Objetivo |
|---|---|---|
| Daily | Diário, curto | Prioridades do dia, bloqueios, números de ontem |
| Revisão de ligações e mensagens | Semanal | Aprender com casos reais, ajustar abordagens |
| Roleplay | Semanal | Treinar aberturas, perguntas e objeções |
| Weekly de resultados | Semanal | Funil, metas, testes em andamento |
| 1:1 | Semanal ou quinzenal | Desenvolvimento individual, feedback, carreira |
| Alinhamento com vendas | Semanal ou quinzenal | Qualidade das reuniões passadas, feedback dos vendedores |
A rotina diária de cada SDR deve ter blocos protegidos para pesquisa, ligações e e-mails, com o mínimo de interrupções.
Como dar feedback a SDRs
O feedback frequente é o que transforma atividade em aprendizado. Algumas práticas:
- Baseie-se em casos reais. Ouça uma ligação ou leia um e-mail junto com o SDR, em vez de falar em termos gerais.
- Comece pelo que funcionou. Identificar o que deu certo ajuda a repetir.
- Escolha um ponto de melhoria por vez. Uma lista longa de correções paralisa.
- Combine uma ação concreta, como testar uma nova abertura na próxima semana.
- Volte ao assunto. Na reunião seguinte, veja se a mudança aconteceu e qual foi o resultado.
- Inclua o feedback dos vendedores sobre a qualidade das reuniões recebidas.
Sinais de alerta no time
A pré-venda é uma função de alta pressão, com rejeição diária e metas claras. Fique atento a:
- Queda de atividade sem explicação, que pode indicar desmotivação.
- Aumento de no-show ou de reuniões descartadas pelos vendedores, sinal de que a qualidade caiu para bater número.
- Rotatividade alta, especialmente nos primeiros meses, que pode indicar problemas de contratação, onboarding ou gestão.
- Isolamento, quando alguém deixa de participar dos rituais ou de pedir ajuda.
- Sinais de esgotamento, como irritação constante, cansaço e queda de desempenho prolongada.
Conversas individuais regulares, metas realistas, reconhecimento das conquistas e perspectiva de carreira são as melhores formas de prevenção.
Os primeiros 90 dias de quem lidera o time
Para quem vai liderar a pré-venda, os primeiros meses definem o ritmo:
- Primeiro mês: entender e documentar. Converse com vendedores, marketing e clientes. Revise o ICP, as cadências e os critérios de qualificação. Organize a primeira versão do playbook e do painel de métricas.
- Segundo mês: estruturar os rituais. Implante daily, revisão de ligações, roleplay, 1:1 e alinhamento com vendas. Defina metas com base nos números reais do funil.
- Terceiro mês: otimizar. Rode testes de mensagem e cadência, ajuste os critérios de qualificação com o feedback dos vendedores e planeje as próximas contratações, se fizerem sentido.
Durante todo o período, faça prospecção junto com o time em alguns blocos por semana. Isso mantém o gestor próximo da realidade e dá credibilidade às orientações.
Ferramentas
As categorias básicas de ferramentas de um time de SDR:
- CRM: registro de contas, contatos, atividades e oportunidades.
- Plataforma de cadência: organização dos toques e das tarefas do dia.
- Dados e enriquecimento: busca de empresas, pessoas e contatos, com atenção à origem dos dados.
- Telefonia e discador: ligações com registro automático.
- Validação de e-mail e infraestrutura de envio: proteção da entregabilidade.
Comece pelo CRM e adicione as outras conforme o volume cresce. Verifique recursos e preços atuais antes de contratar.
Métricas do time
| Métrica | O que mostra |
|---|---|
| Reuniões qualificadas realizadas por SDR | Resultado principal |
| Taxa de reunião para oportunidade | Qualidade da qualificação |
| No-show | Qualidade do agendamento e da confirmação |
| Contas abordadas e toques concluídos | Esforço e disciplina na cadência |
| Taxa de conexão e de resposta | Qualidade da lista e da mensagem |
| Tempo de resposta a leads de inbound | Agilidade no atendimento |
| Tempo de ramp-up | Eficiência do onboarding |
| Rotatividade | Saúde do time e da gestão |
Reconhecimento
Além da remuneração, o reconhecimento sustenta a motivação em uma função com muita rejeição:
- Celebre reuniões que viraram vendas, citando quem originou a oportunidade.
- Compartilhe com o time as melhores ligações e mensagens da semana.
- Peça aos vendedores que deem retorno público sobre reuniões bem qualificadas.
- Reconheça também o esforço em testes que não deram certo, mas trouxeram aprendizado.
Plano de carreira
A pré-venda costuma ser porta de entrada para a carreira comercial. Um plano de carreira claro reduz a rotatividade e mantém o time motivado. Caminhos comuns:
- SDR para closer, depois de demonstrar resultado consistente e conhecimento de produto.
- SDR sênior, focado em contas prioritárias e no apoio a novos SDRs.
- Liderança de pré-vendas, para quem se destaca na gestão de pessoas e processos.
- Outras áreas, como marketing, customer success ou operações de receita.
Defina critérios objetivos para cada promoção, como tempo mínimo, resultado e competências demonstradas. Compartilhe esses critérios desde a contratação: saber o que é preciso para crescer dá direção ao desenvolvimento e torna as conversas de carreira mais objetivas. Quando um SDR é promovido, planeje a transição com antecedência, para que a carteira dele seja repassada sem perder contas em andamento.
Time interno ou terceirizado
Algumas empresas terceirizam a pré-venda em vez de montar um time interno. Os dois modelos têm vantagens:
| Time interno | Pré-venda terceirizada | |
|---|---|---|
| Controle do processo | Total | Compartilhado com o fornecedor |
| Conhecimento acumulado | Fica na empresa | Parte fica com o fornecedor |
| Velocidade de início | Depende de contratação e treinamento | Pode ser mais rápida |
| Gestão | Exige liderança dedicada | Exige gestão do contrato e da qualidade |
A escolha depende do momento da empresa, da capacidade de gestão e da complexidade da venda. Em qualquer modelo, ICP, mensagens, critérios de qualificação e métricas precisam estar claros.
Erros comuns
- Contratar antes de validar o processo.
- Contratar só pelo currículo, sem testar a função na prática.
- Onboarding de “senta e liga”, sem treinamento estruturado.
- Metas só de atividade ou de reuniões apenas agendadas.
- Ausência de feedback dos vendedores sobre a qualidade das reuniões.
- Gestor sem tempo para o time, acumulando outras funções.
- Falta de perspectiva de carreira, o que aumenta a rotatividade.
Checklist para montar o time
- Processo de prospecção validado, com reuniões geradas
- Playbook com ICP, cadências, mensagens, objeções e critérios
- Proporção de SDRs por vendedor calculada pela capacidade real
- Processo seletivo com exercício de pesquisa e roleplay
- Plano de onboarding de 90 dias
- Metas de resultado com qualidade e metas progressivas no ramp-up
- Modelo de remuneração simples e validado juridicamente
- Rituais semanais de treino, revisão e alinhamento com vendas
- Plano de carreira com critérios claros
Conclusão
Um bom time de SDR é construído sobre um processo validado, pessoas escolhidas pelas competências certas, treinamento contínuo e metas que valorizam qualidade. Comece pequeno, documente tudo no playbook, acompanhe as métricas de perto e evolua a estrutura à medida que os resultados aparecem.
Para entender as funções em detalhe, leia o que é SDR, BDR, LDR e closer.
Perguntas frequentes
O que faz um time de SDR?
O time de SDR é responsável pela pré-venda: prospectar contas do perfil ideal, abordar com cadências multicanal, qualificar os interessados e agendar reuniões com os vendedores, passando o contexto levantado.
Quando vale a pena montar um time de SDR?
Quando existe um processo de prospecção que já mostrou resultado, os vendedores gastam muito tempo prospectando em vez de negociar, e a empresa precisa de mais oportunidades de forma previsível. Contratar SDRs antes de validar o processo costuma gerar frustração e alta rotatividade.
Quantos SDRs são necessários para cada vendedor?
Não há proporção universal. Calcule quantas reuniões qualificadas cada vendedor consegue atender bem por mês e quantas cada SDR consegue gerar, considerando as taxas do seu funil. A proporção sai da divisão entre esses dois números.
Como remunerar um SDR?
O modelo mais comum combina salário fixo e remuneração variável ligada a resultados de qualidade, como reuniões qualificadas realizadas ou oportunidades aceitas pelo vendedor. Pagar por reunião apenas agendada costuma incentivar agendamentos ruins e no-show. Consulte um especialista sobre as regras trabalhistas aplicáveis.
Quanto tempo um SDR leva para ficar produtivo?
Depende da complexidade do produto, do mercado e da qualidade do onboarding. Por isso, as metas costumam ser progressivas nos primeiros meses. Um playbook claro, treino com roleplay e acompanhamento próximo encurtam esse período.

Escrito por
CEO e Gestor de Prospecção
Fundador e CEO da WESOW, empresa especializada em prospecção B2B, pré-vendas e uso de inteligência artificial para geração de demanda. Há mais de dez anos ajuda empresas a estruturar operações comerciais, sete deles dedicados à prospecção outbound. Participa de iniciativas como o Nexus Hub e o programa Microsoft for Startups.
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